Tomada de posse dos novos orgãos sociais da Autocoope para o novo quadriénio 2021-2025

Leia aqui o discurso do novo Presidente Carlos Silva:
"Caras sócias, caros sócios,
Minhas senhoras e meus senhores,
Muito boa tarde,
Quero agradecer a vossa presença nesta tomada de posse dos novos corpos sociais da Autocoope, mandatados para o quadriénio 2021-2025: A vossa presença valoriza o ato.
Agradeço igualmente a todos aqueles que contribuíram na realização destas eleições: pela sua disponibilidade e compromisso.
E é de compromisso que vos quero falar: do compromisso de todos, mas mesmo de todos, dos dirigentes cujo mandato agora termina e que deram do melhor das suas vidas para a construção e fortificação da Autocoope durante décadas. A Autocoope nunca vos esquecerá!
De todos, deixo uma palavra especial de eterna saudade a João Paulo Rodrigues e um Até Amanhã Camarada a Américo Azevedo.
Para sempre na nossa memória coletiva, também o mandatário da Lista A, Carlos Ramos.
Se hoje estamos aqui, se hoje a Autocoope é uma das maiores cooperativas portuguesas; a 5ª maior cooperativa de serviços, essa conquista deve-se à visão futurista e à resiliência mobilizadora deste homem que merece o nosso destaque ímpar na história da Autocoope.
– Muito obrigado, Carlos Ramos. Queremos continuar a contar com o seu contributo insubstituível neste futuro que agora começa, não só na Autocoope, mas também na defesa do táxi através da FPT.
Mudamos o estilo, mantemos o conteúdo;
mudamos a forma, mantemos a substância.
Os novos corpos sociais da Autocoope são a evolução na continuidade; da boa governança, do rigor, frontalidade e clarividência. Juntamos a experiência adquirida ao desafio da novidade, temos entre nós as pessoas que já conhecem a responsabilidade de definir o caminho da cooperativa e as pessoas que, pela primeira vez, entram nesta missão tão nobre.
Mais ainda quando vivemos um ato eleitoral com uma única lista concorrente, legitimada com uma das maiores afluências às urnas. Ou seja, o que parecia limitar e dispersar, mobilizou-nos na vontade coletiva.
Fazer futuro, respeitar o passado foi o nosso slogan de campanha. Não é apenas um slogan de campanha. Fazer futuro, respeitando o passado é assumir com orgulho aquilo que se fez e ousar fazer o que ainda não foi feito. Nunca esquecendo que a cooperativa é feita de pessoas e são elas a razão para a existência da cooperativa. O mesmo é dizer; connosco a defesa firme de uma ação social que dignifica a condição humana de mulheres e homens é uma garantia feita de certezas.
Fazer futuro é utilizar essa inteligência acumulada de 4 décadas-Autocoope para dar resposta imediata aos impactos sociais e económicos causados pela pandemia Covid 19 e, logo que a realidade o permita, aos desafios da descarbonização, digitalização e formação para a qualidade.
A única certeza atual é a incerteza causada pelo ataque à saúde pública, que leva ao consequente travão no desenvolvimento económico e inerente quebra na nossa prestação de serviço público.
Cabe aos novos corpos sociais que agora tomam posse, saber fazer o que aprendemos: antever, planear, mitigar o embate, encontrar soluções ainda antes do obstáculo surgir.
Cabe aos novos corpos sociais focagem total nesta missão e, assim, abrir os novos horizontes, tão necessários para um modelo de negócio moderno, ágil, criador de riqueza, ao serviço das comunidades.
É seguindo esta métrica que olhamos a descarbonização da frota, a digitalização dos serviços e a formação para a qualidade dos recursos humanos como traves-mestra do nosso programa de ação.
Acreditamos que este triangulo de metas vai permitir reduzir os elevados custos de produção, aumentar a qualidade de resposta aos nossos passageiros e reforçar as nossas competências profissionais junto da comunidade. Na prática, diferentes caminhos que se juntam no patamar de uma melhor e mais sustentável rentabilidade.
Caras sócias, caros sócios,
Minhas senhoras e meus senhores,
Sabemos o que significa o voto de confiança entregue na quinta-feira da semana passada. Tudo faremos para que não seja defraudado. Não se trata de crença, trata-se de trabalho, de método, de talento… e de mais trabalho.
Viva a Autocoope."
Lisboa, 29 de outubro de 2021

Tomada de posse dos novos orgãos sociais da Autocoope para o novo quadriénio 2021-2025

Leia aqui o discurso do novo Presidente Carlos Silva:
"Caras sócias, caros sócios,
Minhas senhoras e meus senhores,
Muito boa tarde,
Quero agradecer a vossa presença nesta tomada de posse dos novos corpos sociais da Autocoope, mandatados para o quadriénio 2021-2025: A vossa presença valoriza o ato.
Agradeço igualmente a todos aqueles que contribuíram na realização destas eleições: pela sua disponibilidade e compromisso.
E é de compromisso que vos quero falar: do compromisso de todos, mas mesmo de todos, dos dirigentes cujo mandato agora termina e que deram do melhor das suas vidas para a construção e fortificação da Autocoope durante décadas. A Autocoope nunca vos esquecerá!
De todos, deixo uma palavra especial de eterna saudade a João Paulo Rodrigues e um Até Amanhã Camarada a Américo Azevedo.
Para sempre na nossa memória coletiva, também o mandatário da Lista A, Carlos Ramos.
Se hoje estamos aqui, se hoje a Autocoope é uma das maiores cooperativas portuguesas; a 5ª maior cooperativa de serviços, essa conquista deve-se à visão futurista e à resiliência mobilizadora deste homem que merece o nosso destaque ímpar na história da Autocoope.
– Muito obrigado, Carlos Ramos. Queremos continuar a contar com o seu contributo insubstituível neste futuro que agora começa, não só na Autocoope, mas também na defesa do táxi através da FPT.
Mudamos o estilo, mantemos o conteúdo;
mudamos a forma, mantemos a substância.
Os novos corpos sociais da Autocoope são a evolução na continuidade; da boa governança, do rigor, frontalidade e clarividência. Juntamos a experiência adquirida ao desafio da novidade, temos entre nós as pessoas que já conhecem a responsabilidade de definir o caminho da cooperativa e as pessoas que, pela primeira vez, entram nesta missão tão nobre.
Mais ainda quando vivemos um ato eleitoral com uma única lista concorrente, legitimada com uma das maiores afluências às urnas. Ou seja, o que parecia limitar e dispersar, mobilizou-nos na vontade coletiva.
Fazer futuro, respeitar o passado foi o nosso slogan de campanha. Não é apenas um slogan de campanha. Fazer futuro, respeitando o passado é assumir com orgulho aquilo que se fez e ousar fazer o que ainda não foi feito. Nunca esquecendo que a cooperativa é feita de pessoas e são elas a razão para a existência da cooperativa. O mesmo é dizer; connosco a defesa firme de uma ação social que dignifica a condição humana de mulheres e homens é uma garantia feita de certezas.
Fazer futuro é utilizar essa inteligência acumulada de 4 décadas-Autocoope para dar resposta imediata aos impactos sociais e económicos causados pela pandemia Covid 19 e, logo que a realidade o permita, aos desafios da descarbonização, digitalização e formação para a qualidade.
A única certeza atual é a incerteza causada pelo ataque à saúde pública, que leva ao consequente travão no desenvolvimento económico e inerente quebra na nossa prestação de serviço público.
Cabe aos novos corpos sociais que agora tomam posse, saber fazer o que aprendemos: antever, planear, mitigar o embate, encontrar soluções ainda antes do obstáculo surgir.
Cabe aos novos corpos sociais focagem total nesta missão e, assim, abrir os novos horizontes, tão necessários para um modelo de negócio moderno, ágil, criador de riqueza, ao serviço das comunidades.
É seguindo esta métrica que olhamos a descarbonização da frota, a digitalização dos serviços e a formação para a qualidade dos recursos humanos como traves-mestra do nosso programa de ação.
Acreditamos que este triangulo de metas vai permitir reduzir os elevados custos de produção, aumentar a qualidade de resposta aos nossos passageiros e reforçar as nossas competências profissionais junto da comunidade. Na prática, diferentes caminhos que se juntam no patamar de uma melhor e mais sustentável rentabilidade.
Caras sócias, caros sócios,
Minhas senhoras e meus senhores,
Sabemos o que significa o voto de confiança entregue na quinta-feira da semana passada. Tudo faremos para que não seja defraudado. Não se trata de crença, trata-se de trabalho, de método, de talento… e de mais trabalho.
Viva a Autocoope."
Lisboa, 29 de outubro de 2021